O que eu tenho a dizer sobre: Cidades de Papel – John Green

Título original: Paper Towns ISBN: 9788580573749 Editora: Intrínseca Paginas: 368

 

Oi, meu nome é Quentin. E nos últimos dias vivi a maior aventura da minha vida (até agora). Vou começar… Do começo. Eu era vizinho e amigo de Margo Roth Spiegelman desde os dois anos de idade, brincávamos juntos. Um dia, enquanto brincávamos na Jefferson Park encontramos um cara morto. Foi Margo quem o viu primeiro e foi ela quem descobriu como o cara morreu.
9 anos se passaram desde o dia em que encontramos o cara morto, e Margo e eu não eramos mais “amigos” por isso estranhei quando ela bateu em minha janela pouco antes da meia noite com a cara pintada de preto e capuz pedindo para ajudá-la em um plano louco dividido em 11 partes.
E assim foi minha noite.
Porém, no dia seguinte Margo simplesmente desapareceu. Não apareceu no colégio e o carro dela não estava na garagem da casa ao lado. E assim se seguiu por vários dias.
Foi aí que comecei a encontrar as pistas que ela deixou… Pra mim? Será que ela queria que EU a encontrasse?

E essa é a história de Cidades de Papel, 5º livro do John Green e o primeiro que li esse ano.

O livro foge um pouco dos livros de comedia/drama romântico anteriores e se torna um suspense! Não um suspense estilo Agatha Christie e acho que por isso não consegui me ligar taanto no livro já que eu esperava algo mais intrigante.
Cidades de Papel possui uma leitura super agradável e divertida (sim, você vai dar algumas risadas com o livro) e é dividido em 3 partes. E foi apenas no final da segunda e toda a terceira que o livro me deu aquele sentimento de: Preciso ler só mais um capítulo *-*
Os personagens são super carismáticos e segue a linha padrão de John Green. Quentin é o adolescente nerd enquanto seus dois melhores amigos, Ben e Radar, são os engraçados. Além disso, sempre tem os fatos inusitados, como os pais do Radar e sua coleção inusitada que esta no Guinness Book.

O livro trata do fato que geralmente imaginamos as pessoas de um jeito diferente do que elas realmente são. E o mesmo acontece ao contrario. Não importa quantas pessoas as gente encontre no caminho, cada uma delas vai nos enxergar de uma forma diferente e as vezes nenhuma delas é inteiramente como somos de verdade. O fato é que ninguém consegue conhecer ao outro totalmente.
E não importa o quanto nos colocamos no lugar do outro, é impossível entender como ele se sente ou porque faz isso ou faz aquilo. As vezes é difícil compreender uma outra pessoa totalmente diferente da gente.

Como vocês já devem ter reparado eu adoro os livros do John Green então Cidades de Papel é mais que recomendado.
Espero que tenham gostado da resenha e peço desculpas pela demora de uma nova postagem!
Xoxo!

A Sinopse postada acima foi criada com um estilo Fanfic pela autora do blog. Se autor/editora sentirem-se lesionados de qualquer forma pelo texto publicado, por favor, entrar em contato que tratarei da remoção do mesmo.

Maria Simone

24 anos, leonina, carioca, futura design gráfica e leitora assídua até de rótulo de shampoo. Apaixonada por fotografia e pela natureza.

janeiro 14, 2014
janeiro 23, 2014

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2 Comments

  1. Responder

    Priscila Ashwell

    janeiro 20, 2014

    Esse autor é maravilhoso, e em seus livros ele ensina muita coisa! Amei a resenha, adoro conhecer novos livros
    Beijos http://meninaattack.blogspot.com.br/

    • Responder

      Maria Simone

      janeiro 29, 2014

      Também sou apaixonada pelos livros do John Green!
      Obrigada pelo carinho!
      Beijos =*

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