Minha historia com A Menina Que Roubava Livros é uma história como outra qualquer. Conheci-o pouco depois do lançamento. Lembro que ainda cursava o ensino médio. A capa me chamou a atenção. Logo depois a sinopse. Não é todo dia que encontramos uma história narrada pela própria morte. Trouxe o livro para casa e imediatamente iniciei a leitura.

Lembro que a história teve um grande impacto sobre mim. Não só pela história em si, mas por toda dor que ela carregava. Foi o primeiro livro em que chorei de soluçar.

As palavras de Markus Zusak, repletas de dor, são quase poesias, que encantam o leitor de uma forma colossal. Prometi a mim mesma que não releria o livro depois de tanto sofrimento. Ingenua como eu era, é claro que voltei a relê-lo. E a chorar oceanos novamente. Mas ele é um daqueles livros que vale a pena cada lágrima.

Esse é um dos meus livros mais surrados. Já foi emprestado, carregado em mochilas, bolsas, deixado na cabeceira da cama. Mas mantenho ele sempre por perto de mim.

E foi com muito prazer que aceitei o convite da Intrínseca para falar um pouco sobre o autor e sobre seu novo livro em uma semana especial. O livro será lançado na caixinha do Intrínsecos, o clube de livro da editora, por isso terá uma edição especial com capa exclusiva e colecionável.

E para hoje, meu primeiro dia nessa semana especial, separei algumas das minhas frases favoritas do livro. Acreditem, eu tive que escolher a dedo, ou ia acabar transcrevendo todo o livro aqui para esse post haha.

Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.

E o riso dela? Era algo absolutamente dominador. Ninguém tinha a menor chance diante dele.

Está aí uma coisa que nunca saberei nem compreenderei – do que os humanos são capazes.

Uma definição não encontrada no dicionário – Não ir embora: ato de confiança e amor, comumente decifrado pelas crianças.

Sobre a morte…basta dizer que, em alguns ponto do tempo, eu me erguerei sobre você com toda a cordialidade possível.Sua alma estará em meus braços.Haverá uma cor pousada em meu ombro. E levarei,você embora gentilmente…

Uma ideia bonita:
Uma, roubava livros.
O outro, roubava o céu

A menina não o produzia com frequência, mas, quando ele surgia, seu sorriso era faminto.

Em algum lugar, em toda aquela neve, ela via seu coração partido em dois pedaços.

Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito.

“As palavras sempre ficam.
Lembre-se sempre do poder
das palavras. Quem escreve
constrói um castelo, e quem
lê passa a habitá-lo.

A pergunta é: qual será a cor de tudo nesse momento em que eu chegar para buscar você? Que dirá o céu?


Eu poderia continuar postando frases e mais frases favoritas desse livro para esse post, mas vou parando por aqui. Me contem qual a frase favorita de vocês 😉

Beijos e até a próxima!

Maria Simone

24 anos, leonina, carioca, futura design gráfica e leitora assídua até de rótulo de shampoo. Apaixonada por fotografia e pela natureza.

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1 Comment

  1. Responder

    Mayara Oliveira

    novembro 22, 2018

    “Sobre a morte…basta dizer que, em alguns ponto do tempo, eu me erguerei sobre você com toda a cordialidade possível.Sua alma estará em meus braços.Haverá uma cor pousada em meu ombro. E levarei,você embora gentilmente…”

    Essa foi a frase que eu mais gostei… Linda e ao mesmo tempo triste…

    Sempre quis ler esse livro, ainda não entendi o porquê de não ter lido ainda rsrs Obrigada por compartilhar. Vou colocar ele na minha lista de leitura logo!

    Bjus

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